Úlcera de córnea em cães Shih Tzu por que é comum: esta é uma pergunta que aparece com frequência na clínica porque o Shih Tzu, por sua conformação facial e características oculares, está particularmente predisposto a feridas na superfície da córnea. A seguir você encontrará explicações claras sobre causas, diagnóstico, tratamentos médicos e cirúrgicos, prognóstico e orientações práticas para proteger o conforto e a visão do seu animal.
Antes de aprofundar, considere que entender por que o problema ocorre ajuda a reconhecê-lo cedo e escolher a melhor conduta. Em cada seção explico o que significa clinicamente, o que isso muda na vida diária do cão e quando é urgente buscar atendimento veterinário especializado.
Por que úlceras de córnea são tão comuns em Shih Tzu
Os pontos a seguir explicam a relação entre a anatomia do Shih Tzu e a fragilidade da superfície ocular.
Conformação braquicefálica e proeminência do globo ocular
Shih Tzus são braquicefálicos. Braquicefálicos significa “focinho curto” — cães com cara achatada que têm órbitas rasas e olhos mais protuberantes. Essa característica aumenta a exposição da córnea. A córnea é a superfície transparente na frente do olho; sua função é proteger e permitir a entrada de luz. Quando o globo ocular fica mais exposto, a córnea sofre mais risco de trauma por batidas, arranhões por objetos, ou ressecamento por evaporação lacrimal.
Anomalias das pálpebras e cílios (entropion, ectropion, triquíase)
Alterações na posição das pálpebras ou dos cílios podem danificar a córnea. Entropion é quando a margem palpebral vira para dentro, fazendo os cílios e a pele roçarem a córnea; ectropion é quando a pálpebra vira para fora, expondo mais a superfície ocular; triquíase é quando os cílios crescem na direção errada e tocam a córnea. Cada termo descreve um problema diferente: todos causam irritação crônica que favorece úlceras.
Problemas de produção e qualidade das lágrimas — epífora e teste de Schirmer
Epífora é o excesso de lacrimejamento visível como manchas úmidas na face. Embora aparente excesso, às vezes a qualidade da lágrima é ruim e não protege adequadamente a córnea. O teste de Schirmer é um exame simples que mede a produção de lágrimas; teste de Schirmer significa colocar uma fita com escala na margem ocular por 60 segundos para avaliar se a produção é adequada. Shih Tzus podem ter baixa produção lacrimal (olho seco ou queratoconjuntivite seca), predispondo a úlceras por ressecamento e deficiência do filme lacrimal.
Traumatismos, massagens e cuidados de grooming
Pelos faciais longos, unhas arranhando o olho, brinquedos, ou lavagem indevida podem provocar microtraumas repetidos. Grooming sem atenção aos olhos ou corte incorreto de pelos perioculares facilita contato entre pelo e córnea, ocasionando abrasões que evoluem para úlceras.
Predisposição genética e manutenção crônica
Alguns indivíduos apresentam tendência herdada a pálpebras anormais, cílios mal posicionados ou produção lacrimal insuficiente. Esses fatores combinados causam episódios repetidos de dano corneano ao longo da vida.
Com essa base, vejamos o que exatamente é uma úlcera corneana e como ela se manifesta.
O que é uma úlcera de córnea e como ela se apresenta
Entender o tipo de lesão ajuda a saber a gravidade e a urgência do tratamento. veterinária oftalmologista , explico definições e sinais clínicos claros que qualquer proprietário pode observar.
Definição: do que estamos falando
Úlcera de córnea é a perda de tecido na superfície transparente do olho — a córnea. Pode variar de uma raspagem superficial limitada ao epitélio (camada mais externa) até perda profunda que alcança o estroma (tecido mais espesso) e o Descemet — camada interna antes da câmara anterior. Um descemetócele é quando resta apenas a membrana de Descemet, um sinal de risco iminente de perfuração (ruptura do olho).
Tipos básicos e o que cada um significa
- Úlcera superficial: afeta só o epitélio; costuma cicatrizar bem com tratamento tópico.
- Úlcera estromal: envolve o estroma; risco de infecção e cicatriz maior.
- Descemetócele: risco de perfuração; emergência cirúrgica muitas vezes necessária.
- Úlcera perforante: quando há passagem de conteúdo intraocular para fora; pode levar à perda do olho se não tratada rapidamente.
Sinais clínicos que o dono pode notar
Os sinais mais comuns incluem:
- Dor ocular: piscamento excessivo, manter o olho fechado (blefaroespasmo).
- Epífora: lacrimejamento contínuo.
- Secreção ocular (serosa ou purulenta), vermelhidão, sensibilidade ao toque ao redor do olho.
- Opacidade ou mancha branca/acinzentada sobre a córnea; em lesões profundas pode haver afundamento ou saída de conteúdo.
- Alterações comportamentais: relutância em brincar, esfregar o olho com a pata, evitar luz intensa.
Se observar qualquer um desses sinais, especialmente dor marcada, perda de transparência ou secreção espessa, é hora de buscar avaliação veterinária.

Agora, veja como é feito o diagnóstico preciso para decidir o tratamento adequado.
Como o diagnóstico é feito na prática
O diagnóstico combina observação atenta e exames específicos que definem profundidade, causa e presença de infecção. Abaixo descrevo cada passo e o que ele revela.
Anamnese e exame físico
O histórico inclui início dos sinais, eventos traumáticos, grooming recente, uso de medicamentos tópicos (importantíssimo porque corticoides pioram úlceras), e se o animal tem doenças sistêmicas. O exame físico geral verifica sinais de infecção ou dor sistêmica.
Fluoresceína: o teste mais simples e informativo
Teste de fluoresceína: é um corante colocado na superfície ocular; onde há perda de epitélio, o corante adere e fica visível sob luz azul ou branca. É o exame inicial para confirmar uma úlcera e estimar sua extensão. Importante: este teste evidencia perda da camada superficial, mas não mede profundidade com precisão.
Biomicroscopia (lâmpada de fenda) e exame de fundo
A biomicroscopia (ou lâmpada de fenda) permite avaliar a córnea em aumento, visualizar a profundidade da lesão, presença de vasos e detritos. Exame de fundo é necessário se houver suspeita de envolvimento intraocular. Avaliar o cristalino (cristalino é o "lente" natural do olho, responsável por focar a luz) é importante antes de qualquer cirurgia maior como facoemulsificação — facoemulsificação é o termo para cirurgia de catarata que fragmenta o cristalino; deve-se evitar realizar quando há doença corneana ativa.
Tonometria para pressão intraocular
Tonometria mede a pressão intraocular, que é a pressão dentro do olho. Mede-se para afastar glaucoma (pressão alta) ou hipotonía (pressão baixa) que podem acompanhar úlceras profundas ou perfurações. A tonometria é rápida e necessária antes de procedimentos anestésicos e cirúrgicos.
Teste de Schirmer e avaliação do filme lacrimal
O teste de Schirmer ajuda a detectar produção lacrimal insuficiente. Quando insuficiente, a córnea está mais vulnerável. Em certas situações pode-se usar coloração de corneoconjuntival para avaliar qualidade do filme lacrimal.
Cultura, citologia e exames adicionais
Em úlceras que não respondem rapidamente ou quando há suspeita de infecção agressiva, realiza-se cultura e citologia do tecido corneano para identificar bactéria, fungo ou micoplasma e guiar terapia. Em casos graves pode ser necessária biópsia corneana, PCR para agentes específicos, e exames complementares como gonioscopia — gonioscopia é o exame do ângulo iridocorneano, usado para avaliar drenagem do olho e causas de glaucoma associado.
Com o diagnóstico definido, o tratamento é planejado conforme profundidade, presença de infecção e fatores predisponentes.
Tratamento médico: o que é feito e por que
O objetivo do tratamento médico é controlar a dor, prevenir ou tratar infecção, promover cicatrização e proteger a córnea de novo trauma. Aqui estão as principais medidas e como cada uma beneficia seu cão.
Antibióticos tópicos e sistêmicos
Antibióticos tópicos em colírio ou pomada são usados para prevenir ou tratar infecções secundárias. A escolha depende da gravidade: colírios de amplo espectro para úlceras superficiais; antibióticos mais potentes ou combinação para úlceras estromais ou culturais indicados. Antibióticos sistêmicos (por via oral) são reservados para lesões profundas, risco de perfuração ou sinais sistêmicos. A administração correta (frequência e tempo) é crucial para sucesso.
Analgésicos e controle da dor
Uso de analgésicos orais (AINEs ou opioides em casos mais dolorosos) e agentes tópicos como atropina (que dilata a pupila e reduz espasmo ciliar) ajudam a manter conforto. Atropina é um colírio que paralisa temporariamente o músculo que regula a pupila, reduzindo dor causada por contração dentro do olho.
Suplementos lubrificantes e lágrimas artificiais
Lubrificantes tópicos (lágrimas artificiais) substituem ou complementam o filme lacrimal, permitindo que o epitélio corneano recupere sua integridade. Em cães com produção lacrimal cronicamente baixa, a aplicação frequente é necessária até que cicatrize.
Antiproteases e plasma autólogo
As úlceras profundas frequentemente ativam enzimas chamadas colagenases que “comem” o estroma corneano e impedem cicatrização. O uso de substâncias que inibem essas enzimas, como plasma autólogo (soro feito do próprio sangue do animal) ou EDTA tópico (um agente quelante), ajuda a controlar a degradação tecidual. Plasma autólogo é usado como colírio para fornecer fatores de cicatrização e inibir proteases.
Evitar corticoides e cuidados com medicamentos
Colírios corticoides aumentam o risco de progressão de úlceras e não devem ser usados sem confirmação de que não há defeito epitelial. Qualquer medicamento tópico novo deve ser discutido com o oftalmologista veterinário.
Proteção mecânica: colar-elizabetano e lente terapêutica
O uso de colar-elizabetano (cone) evita que o cão esfregue o olho e agrave a lesão. Em alguns casos aplica-se uma lente de contato terapêutica, que protege a córnea enquanto o epitélio cicatriza e diminui dor.
Se o quadro não responde ao tratamento médico ou se houver risco de perfuração, a opção é cirurgia. A seção a seguir apresenta indicações e técnicas.
Intervenções cirúrgicas indicadas e técnicas comuns em Shih Tzu
Quando a perda de tecido é profunda ou existe risco de perfuração, procedimentos cirúrgicos visam reforçar a córnea, promover cicatrização e salvar a visão. Abaixo descrevo as técnicas mais usadas, por que funcionam e o que esperar.
Critérios que indicam cirurgia
Indicações claras incluem:
- Descemetócele (resta apenas Descemet): risco imediato de perfuração;
- Perda estromal grande (> 50% da espessura) ou progressiva;
- Úlceras que não cicatrizam com terapia médica adequada em 7–10 dias;
- Infecção severa com risco de endoftalmite (infecção intraocular).
Conjuntivoplastia e retalho conjuntival
O retalho conjuntival (conjuntival pedicle graft) utiliza tecido conjuntival adjacente para cobrir a área de perda, fornecendo vascularização (sangue) e fatores de cicatrização. É uma técnica frequentemente usada em cães pequenos porque é rápida, confiável e melhora aporte nutritivo à córnea lesada.
Técnicas de enxerto e materiais
Enxertos podem ser autólogos (do próprio cão), heterólogos (de outra espécie, como pericárdio de porco) ou materiais biossintéticos e membrana amnióica (camada retirado da placenta humana processada que contém fatores de crescimento). O objetivo é restaurar a integridade estrutural e a superfície óptica. O tipo de enxerto escolhido depende do tamanho, profundidade da lesão e disponibilidade de material.
Colagem corneana (cianoacrilato) e sutura corneana
Em pequenas perfurações ou descemetoceles imediatos, a aplicação de cola cirúrgica como o cimento de cianoacrilato pode selar a perfuração temporariamente até que seja possível realizar um reparo mais definitivo. Sutura corneana é empregada para approximar bordos e dar suporte mecânico quando há tecido suficiente.
Tarsorrafia e flap da terceira pálpebra
Tarsorrafia é a sutura das pálpebras para reduzir a abertura palpebral e proteger a córnea; útil em casos de exposição severa. O flap da terceira pálpebra (fechamento parcial com a membrana nictitante) também é utilizado como proteção temporária, principalmente em pacientes muito inquietos ou que não toleram cone.
Considerações sobre cirurgia eletiva como correção de entropion ou cirurgia palpebral
Correções anatômicas permanentes (cirurgia de pálpebras, remoção ou reposicionamento de cílios) podem ser indicadas para evitar recorrência. Em Shih Tzus com entropion ou triquíase, tratar a causa é a melhor prevenção a longo prazo.
Relação com procedimentos intraoculares como facoemulsificação
Se o paciente precisa de cirurgia ocular intraocular como facoemulsificação para catarata, todas as doenças corneanas devem estar resolvidas antes. Uma córnea comprometida aumenta risco de infecção e mau resultado cirúrgico. Facoemulsificação é a técnica de fragmentar e remover o cristalino opacificado; exige superfície ocular saudável para boa recuperação visual.
Escolher o procedimento cirúrgico correto exige avaliação por oftalmologista veterinário; agora veja o prognóstico e possíveis complicações.
Prognóstico, complicações possíveis e impacto na qualidade de vida
O resultado depende da profundidade inicial da úlcera, do agente causador, da rapidez do tratamento e de condições predisponentes. Abaixo detalho expectativas e sinais de alerta.
Tempo de cicatrização e resultado visual esperado
Úlceras superficiais frequentemente cicatrizam em dias a duas semanas com tratamento adequado; o tecido volta quase normal e a visão é preservada. Úlceras estromais custam semanas a meses e deixam cicatriz que pode reduzir a clareza visual dependendo da localização (centro versus periferia). Lesões profundas ou perfurações têm risco maior de perda visual parcial ou total.
Cicatriz, neovascularização e pigmentação
Cicatrização pode gerar neovascularização (crescimento de vasos para a córnea), tornando a superfície menos transparente e predispondo a recidivas. Pigmentação corneana também pode ocorrer e afetar visão.
Perda do olho e endoftalmite
Perfurações e infecções não controladas podem evoluir para endoftalmite (infecção intraocular), que muitas vezes leva à evisceração (remoção do conteúdo ocular) ou enucleação (remoção do olho) se o olho não puder ser salvo. Essas complicações, apesar de dramáticas, são evitáveis com diagnóstico precoce.
Complicações secundárias: glaucoma e sinéquias
Inflamação intraocular intensa pode provocar aumento da pressão intraocular (glaucoma), que causa dor e perda visual. Formação de sinéquias (aderências internas) pode prejudicar funcionalidade ocular a longo prazo.
O que isto significa para a vida diária do seu Shih Tzu
Durante o tratamento, o cão pode precisar de restrição de atividades, uso de colar-elizabetano, administração frequente de colírios, e visitas regulares ao veterinário. Com cicatrização completa, muitos cães retomam vida normal; em casos com cicatriz central significativa ou perda ocular, adaptações como proteção contra trauma, manejo de luz e acompanhamento contínuo serão necessárias.
Prevenção é importante; veja abaixo medidas práticas que o tutor pode adotar.
Prevenção prática e cuidados diários para donos de Shih Tzu
Pequenas mudanças na rotina e atenção frequente aos olhos reduzem muito o risco de úlceras recorrentes.
Higiene periocular e grooming adequado
Manter pelos ao redor dos olhos aparados, secar manchas de epífora e lavar suavemente com soro fisiológico quando necessário evita contato de pelos contaminados com a córnea. Evite produtos domésticos e use apenas soluções indicadas pelo veterinário para limpeza ocular.
Proteção contra trauma e ambiente
Evite brincadeiras bruscas, caminhos com galhos baixos, brinquedos pontiagudos e locais com poeira excessiva. Em passeios, supervisione para prevenir arranhões acidentais.
Monitoramento da produção lacrimal e uso de lubrificantes preventivos
Se o seu Shih Tzu tem tendência a olhos secos, o uso preventivo de lágrimas artificiais de rotina pode ser recomendado. O teste de Schirmer executado pelo veterinário orientará necessidade e frequência.
Consultas regulares e correção cirúrgica de anomalias palpebrais
Se houver entropion, triquíase ou outras alterações palpebrais, a correção cirúrgica pode ser curativa e reduzir episódios futuros de úlceras. Revisões oftalmológicas regulares detectam problemas precocemente.
Educar cuidadores e atenção rápida aos sinais iniciais
Ensine a família a identificar sinais de dor ocular, epífora persistente, secreção ou alteração na transparência da córnea. A ação precoce faz enorme diferença no prognóstico.
Se decidir levar o cão ao oftalmologista, é útil saber o que acontece durante a consulta e como se preparar.
O que esperar na consulta com o oftalmologista veterinário
Uma consulta oftalmológica é detalhada e orientada para esclarecer causa, extensão e plano de tratamento. A seguir está o roteiro típico e orientações para proprietários.
Fluxo da consulta: exames e tempo
O especialista iniciará com anamnese detalhada, depois realizará exame com fluoresceína, biomicroscopia, tonometria e teste de Schirmer quando indicado. A maioria dos exames é rápida; em casos que exigem coleta de cultura ou intervenção cirúrgica, pode ser necessário sedação ou anestesia. Leve histórico de medicamentos e foto da face/grooming recentes se houver.
Discussão de opções terapêuticas e custo-benefício
O oftalmologista explicará opções médicas e cirúrgicas, riscos e prognóstico, e o cronograma esperado para retorno. Em casos cirúrgicos, serão detalhadas anestesia, tempo de internação e pós-operatório.
Como preparar o cão para a consulta
Levar documentação de vacinação, lista de medicamentos e quaisquer produtos aplicados nos olhos. Evitar aplicar colírios novos sem orientação; se aplicou algo, avise o veterinário.
Follow-up e sinais de alerta
É comum o oftalmologista solicitar retorno em 24–72 horas no início do tratamento para reavaliar cicatrização. Procure imediatamente se houver piora da dor, secreção purulenta, diminuição acentuada da abertura palpebral ou sinais sistêmicos.
Agora, uma síntese prática com próximos passos claros.
Resumo conciso e próximos passos acionáveis
Se você suspeita de úlcera de córnea no seu Shih Tzu: 1) procure atendimento veterinário imediatamente; úlceras podem evoluir rápido; 2) evite aplicar corticoides ou remédios caseiros; podem agravar a lesão; 3) proteja o olho com colar-elizabetano e impeça o cão de coçar; 4) anote histórico de grooming, trauma e medicações para informar ao clínico; 5) solicite avaliação oftalmológica com exame de fluoresceína, tonometria e teste de Schirmer—estes exames definem urgência e tratamento; 6) siga rigorosamente a prescrição (colírios, pomadas, analgesia) e compareça aos retornos; 7) para prevenção a longo prazo, avalie correção cirúrgica de entropion/triquíase e rotinas de higiene periocular.
Atuando rápido e com orientação especializada, a maioria das úlceras em Shih Tzus pode ser tratada com sucesso, preservando conforto e visão do seu cão.